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BISPO DOM ANGÉLICO CONCEDE ENTREVISTA EXCLUSIVA À TV UNICSUL Cidadania | Entrevistas
Enviado por XPress em 12/07/2007 - 16:01
A TV UNICSUL, que integra a rede de programação do Canal Universitário, traz na próxima semana o perfil de um homem caracterizado pela fé e esperança. Em razão da 5ª Conferência de Aparecida, o bispo Dom Angélico Sândalo Bernardino visita São Paulo e, em entrevista exclusiva, fala sobre as perspectivas da Igreja Católica para este século e sua eterna relação afetiva com o povo paulistano. O bispo é hoje uma das maiores expressões de resistência política na ala progressista da Igreja. O programa especial mostra ainda sua trajetória de jornalista a defensor dos trabalhadores durante o regime ditatorial.
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Costureiros, ex-bóia frias, abrem microfábricas em Auriflama/SP Empreendedorismo | Entrevistas
Enviado por tupi@www.drupal.org em 26/07/2005 - 13:20
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo
24/7/2005

Apesar dos homens, falta mão-de-obra.
Confecções têm de importar centenas de trabalhadores de cidades vizinhas


As fábricas de lingerie e confecções de Auriflama são obrigadas a importar trabalhadores. Apesar da adesão dos homens à função da costura, ainda falta mão-de-obra. Todos os dias, centenas de trabalhadores chegam de ônibus de General Salgado e Guzolândia, duas cidades vizinhas.
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Projeto de Telecentros do Banco do Brasil Entrevistas | Inclusão Digital
Enviado por tupi@www.drupal.org em 11/07/2005 - 12:13
Fonte: Revista Consumidor Moderno, Edição 84 - Agosto 2004
8/10/2004 - Christye Cantero

Rede da inclusão

De um lado, cerca de 148 milhões de brasileiros sem acesso à internet. De outro, 50 mil micros do Banco do Brasil, prontos para serem substituídos por máquinas mais modernas. No meio dos dois, um projeto de inclusão social e digital digno de ser aplaudido por todos, os Telecentros. Um pouco de boa vontade basta para unir as três pontas e criar um grande esforço para colocar o País no centro da chamada sociedade do conhecimento. Assim é o ´´Programa de Inclusão Digital do BB``, que faz parte do leque de ações sociais do banco, que inclui, por exemplo, o apoio ao programa ´´Fome Zero``. Já acostumada a doar equipamentos e mobiliários obsoletos, a instituição resolveu ir além e estabeleceu a meta de implantar mil Telecentros comunitários em todo o Brasil até dezembro de 2004. Para isso, em vez de simplesmente fornecer equipamentos para a entidade que os solicita, o banco avalia, por exemplo, para qual finalidade os microcomputadores estão sendo solicitados, que público será atingido, quais são os recursos necessários para a implantação do Telecentro e que estrutura a comunidade já tem para esse fim. ´´Nossa visão é perenidade, sustentabilidade. Não gostaríamos de doar máquinas que depois não terão sequer manutenção``, afirma a coordenadora do programa, Rosana Melo. É justamente para dar sustentabilidade ao programa que a pro-posta do banco é implantar os Telecentros com parceiros locais, envolvendo a comunidade desde o início do processo. Assim, o espaço poderá ser montado numa igreja, numa Organização Não-Governamental (ONG) ou num comitê de cidadania. Até agora, foram inaugurados 53 Telecentros, entre agosto e setembro serão mais 254. Os outros 693 serão inaugurados até novembro. ´´Em dezembro, faremos um balanço geral do programa, da transformação social que proporcionou``, comenta Rosana.
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João Carlos, presidente da Coolméia Cooperativa Ecológica Desenv. Sustentável | Entrevistas
Enviado por tupi@www.drupal.org em 17/02/2005 - 16:07
Fonte: Informativo Humanitas Unisinos
13/09/2004

Coolméia Cooperativa Ecológica

O presidente da Coolméia Cooperativa Ecológica, João Carlos Mendonça Rodrigues, sustenta que o bom cooperativismo estimula as práticas socializantes e, por decorrência, incentiva o comércio justo e leva ao consumo ético. Profissional formado nas áreas administrativa e de informática, conhecimentos que colocou a serviço da ecologia e do cooperativismo, João Carlos lamenta o descaso dos governos para com a Coolméia, cuja persistência modelo de gestão destacam-se internacionalmente. Mas acredita que, gradualmente, a sociedade e a mídia aproximam-se das proposições da Cooperativa (sediada em Porto Alegre, RS), buscando uma defesa contra o capitalismo selvagem e a falácia do desenvolvimento assentado nas grandes empresas.
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João Joaquim de Melo Segundo, coordenador do Banco Palmas Empreendedorismo | Entrevistas
Enviado por tupi@www.drupal.org em 17/02/2005 - 16:04
Fonte: Informativo Humanitas Unisinos On-Line n° 115
13/09/2004

Banco Palmas: um banco para os mais pobres

Uma forma de enfrentar a pobreza com desenvolvimento, contra a lógica do sistema bancário e financeiro. Esse é o Banco Palmas, formado por 2800 sócios da Associação de Moradores do Conjunto Palmeiras, na zona Sul de Fortaleza, um bairro com 30 mil moradores. Um bairro que foi transformado de um bolsão de miséria em um modelo de produção e consumo ético e solidário, em seis anos foram gerados 1200 postos de trabalho nas mais diversas áreas. O controle do Banco é da Associação de Moradores, a rede de produtores e consumidores também. Ao contrário dos bancos comerciais que pedem garantias para fazer seus empréstimos, o Banco Palmas, empresta exclusivamente àqueles que não tem garantias, quem tem garantias é remetido para outros bancos.
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Coordenador do Ibase fala da moeda social Txai para o FSM 2005 Desenv. Sustentável | Entrevistas
Enviado por tupi@www.drupal.org em 19/01/2005 - 12:13
Fonte: site Ibase
4/01/2005 - Flávia Mattar e Jamile Chequer

Entrevista: João Roberto Lopes

O coordenador do Ibase, João Roberto Lopes, mostra que a economia solidária está ganhando, a cada edição, mais espaço no Fórum Social Mundial. A temática será tratada em cinco diferentes eixos que poderão ser conferidos no Espaço 6. Grande parte dos serviços e produtos oferecidos no território do FSM foram produzidos no esquema solidário: estrutura física, serviços de segurança, limpeza, coleta seletiva e reciclagem de material, bolsas oferecidas a participantes e crachás. Nesta edição do evento, a moeda solidária, que já foi utilizada em outras ocasiões no Acampamento da Juventude, passa a circular por todo o Fórum. Haverá também o Ecobanco, uma Central de abastecimento e lançamento de campanha pelo Fórum Brasileiro de Economia Solidária.
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Michele Dessenne, ONG Attac - França Desenv. Sustentável | Entrevistas
Enviado por tupi@www.drupal.org em 10/11/2004 - 08:35
Fonte: site Panorama Brasil
10/11/2004 - Agência Brasil

BRASÍLIA - A secretária geral da organização não-governamental francesa Ação pela Tributação das Transações Financeiras em Apoio aos Cidadãos (Attac), Michele Dessenne, disse que o incentivo do governo federal a ações de economia solidária "ajuda a economia, a educação e também o programa Fome Zero".
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Professora da UnB cria projetos alternativos de reciclagem Desenv. Sustentável | Entrevistas
Enviado por tupi@www.drupal.org em 23/04/2004 - 18:13
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, Caderno Equilíbrio
22/04/2004 - BELL KRANZ

Professora transforma bituca em papel

Ela é a rainha das reciclagens impossíveis. Nas suas mãos, "dindim" brasileiro que ninguém mais verá no mapa, porque já saiu de circulação, ganha valor! "Eu estou cheia de dinheiro lá na Universidade de Brasília. Tudo picado", diz ela, rindo. Sua mais recente façanha foi encontrar destino nobre para bituca de cigarro!
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Gerente do Projeto CôcoVerde defende reciclagem da casca do coco Desenv. Sustentável | Entrevistas
Enviado por tupi@www.drupal.org em 20/02/2004 - 15:38
Fonte: Msg na lista Arte em Lixo no Yahoo Groups
20/02/2004

Entrevista com Philippe Jean Henri Mayer, Gerência de Projetos e Negócios
http://www.projetococoverde.com.br

1-Qual é hoje o negócio da Coco Verde?

R- No Rio de Janeiro, são mais de 400 toneladas diárias de coco verde depositadas nos lixões. Seu tempo de decomposição é superior a 12 anos .Em grandes cidades é um grande redutor da vida dos aterros sanitários.
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Secretário federal defende Telecentros Comunitários Sustentáveis Entrevistas | Inclusão Digital
Enviado por tupi@www.drupal.org em 16/01/2004 - 10:58
Fonte: Revista B2B Magazine
08/01/2004

TCSs: caminho para inclusão digital

O secretário de Tecnologia Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Roberto Jaguaribe, é um grande entusiasta dos Telecentros Comunitários Sustentáveis (TCSs). Ele fala sem medos de sua meta de implementar pelo menos um desses projetos em cada município brasileiro. Seriam cerca de seis mil TCSs que ajudariam as comunidades locais a entrarem na sociedade em rede. Além disso, funcionam como integradores do e-Gov por proverem acesso aos diversos portais de atendimento à comunidade, informações de interesse sobre o setor público, cursos, comércio eletrônico, entre outros, atuando como multiplicador da inclusão digital.
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