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Enviado por Anônimo em 22/09/2008 - 08:37 |
ECONOMIA DIGITAL E SUSTENTABILIDADE VIRÁ DO SOFTWARE LIVRE, ATRAVÉS DE NOVAS REGRAS
A revolução tecnológica está afetando a vida do homem e muito precisa ser feito. A autonomia da organização de uma empresa ocorrerá da auto-sustentação livre para que todos organizem seu mercado de trabalho, pois precisam não depender de patrões e empregados, mas tornar-se um. Esta é a colaboração que a moderna tecnologia da informação e comunicação traz, como a sustentabilidade e a capacidade de articulação, além de compartilhar os recursos, através de uma moderna união de força, a da informação. |
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Enviado por Instituto Reciclar-T3 em 28/01/2008 - 12:57 |
Através da tecnologia dos 3 R's -Reduzir, Reutilizar e Reciclar o Instituto Reciclar-T3, com o seu projeto Centro Escola T.O.R - (Transformando Os Recicláveis), oferece os cursos T.O.R.
A proposta é a transformação de Resíduos Sólidos Recicláveis em processos criativos que podem resultar em peças de arte, design ou até mesmo linha de produção. Cursos:
Transformando O Metal - T.O.M. |
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Enviado por Anônimo em 28/11/2007 - 05:14 |
Sustentabilidade Econômica
Com seu trabalho investigativo na área socioeconômica, Rosalvi Monteagudo, autodidata e estudiosa de economia, analisa atentamente as necessidades de seu país. Buscando equilibrar o sistema, em seu livro “Administração e a Contabilização/Accoundtability para o Terceiro Setor” pretende trazer propostas que sirvam como verdadeiros instrumentos como subsídios para o crescimento empresarial. |
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Enviado por Anônimo em 11/10/2007 - 11:06 |
| O Instituto EcoSocial, organização sem fins lucrativos que realiza programas de consultoria, coaching, treinamento e desenvolvimento e responsabilidade social, promove, em São Paulo, no dia 23/10, das 8h30 às 18h30, o II Encontro EcoSocial. O evento, que tem como tema "Sustentabilidade nas Relações", propõe uma reflexão sobre como as organizações de todos os setores têm se relacionado com seus stakeholders - públicos direta e indiretamente ligados às atividades organizacionais. |
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Enviado por Anônimo em 15/08/2007 - 12:49 |
UMA INOVAÇÃO SOCIO-ECONÔMICA
Os regimes totalitários estão, quase sempre, fadados ao fracasso. Então, porque não ouvir mais os pensadores? Estabelecer um regime de justiça social automática, associando produtores e consumidores organizando o trabalho associado ao capital. Compreender o que está errado e, principalmente, aceitar novas sugestões e regras que respeitem as pessoas e não somente o capital, acabando com a |
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Enviado por Anônimo em 22/12/2006 - 21:16 |
Bancos e a economia solidária: 26/Fevereiro/2004
Rosalvi Monteagudo
“A economia neoliberal exerce uma predominância do capital que é muito maior que a social. Hoje o social se une e protesta, numa ação global. Os banqueiros são os donos do globo e cada vez mais o capital se concentra nas mãos de poucos, desfavorecendo a distribuição de renda”, Rosalvi Maria Teófilo Monteagudo, do livro “Economia Solidária; Novas Regras”, editado pela iEditora. O banco trabalha emprestando o dinheiro alheio através de crédito e cobra juros em cima disso; Não obstante, faz com que seja pago para atender e manter a conta corrente. O capital é uma mercadoria fácil de ser organizada de cima para baixo, sem produção, sem precisar de empréstimos, pois ganha ao empregar o capital alheio. Além disso, a desumana exploração do capital diminui o valor do consumo, a geração de trabalho e prejudica a economia do país. O banco financia a indústria, a lavoura, o intermediário, o serviço, a produção, o consumidor, etc., mas para isso, cobra juros exorbitantes. “Sempre o capital sem preocupação social”, indigna-se Rosalvi. A insatisfação é grande, o desemprego e os poucos que trabalham são mal pagos, sem condição de consumir e viver bem. A maneira como têm procedido com os créditos e os juros cobrados às empresas afetam o preço final ao consumidor. Este sem condição de comprar à vista faz financiamento e paga juros altos, num desumano jogo econômico, sem solução tanto para o social como para o econômico.Sabemos que a falta de financiamento pode prejudicar o progresso, provocando a crise do crescimento. Para um país pobre e capitalista sem capital, isso provoca uma situação de insatisfação e impotência. Falta uma política socioeconômica. Até quando o governo vai administrar somente pelo capital e gerar lucros para os bancos, aumentando a concentração de renda? O social é usado somente para se obter votos.“É preciso reverter essa situação, através de uma organização de baixo para cima gerando trabalho em cooperação econômica. Os países precisam organizar o socioeconômico, sem dependência no capital. Numa economia solidária a cooperação econômica é entre todos os participantes da empresa para evitar a necessidade de empréstimos como forma de desenvolver a produção, motivo pelo qual organiza o capital particular de cada cooperador/dono de acordo com o seu valor Social”, acredita a estudiosa. Porém a concentração do capital retorna para a empresa e o social, através da geração de trabalho e aplicação no capital produtivo, gerando lucro. Resolvendo o problema econômico diminui o problema social.“Nesta terceira revolução industrial e tecnológica a organização socioeconômica é a solução para resolver o problema da fome do globo, através da geração de trabalho em solidariedade social, numa humana ação global. Essa deve ser a preocupação de uma economia solidária, cumprir com o maior dever social, gerar trabalho e a partir desse a cooperação econômica. Evita-se os juros exorbitantes e os créditos ao organizar o capital particular de cada cooperador/dono, através da geração de trabalho e da cooperação e compartilha econômica, via software, gerando lucros e não débitos e/ou inadimplência”. |
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Enviado por Adriana Paiva em 15/10/2006 - 11:38 |
Dialogar com representantes de empresas e organizações da sociedade civil e conhecer seus discursos e práticas no que tange ao desenvolvimento sustentável é o que propõe o "Encontro EcoSocial - Diálogos para Sustentabilidade", evento organizado pelo Instituto EcoSocial, que acontece dia 25 de outubro, no Villa Noah, em São Paulo .
Os participantes inscritos nessa série de colóquios e vivências terão acesso a exemplos de como instituições privadas e do terceiro setor têm atuado para assegurar o equilíbrio entre as esferas econômica, social e ambiental (pilares da sustentabilidade). Para tanto, a programação inclui, entre outras atividades, um 'talk show', que acontecerá na parte da manhã, com as participações de Maria Luiza de Oliveira Pinto e Paiva, diretora executiva da Área de Educação e Desenvolvimento Sustentável do Banco Real e de Nelson Vilaronga, coordenador da ONG Projeto Arrastão. A mediação ficará a cargo da jornalista Patricia Palumbo . |
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Enviado por pessoaerika em 26/09/2005 - 14:42 |
PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS REINTEGRAM-SE À SOCIEDADE ATRAVÉS DO ARTESANATO
Muito se tem debatido a respeito das limitações dos portadores de necessidades especiais. O assunto vem sendo abordado constantemente por causa da novela “América”, que mostra os esforços, preconceitos e superações de dois deficientes visuais. Mas o que pouca gente sabe é que existem belas iniciativas que fazem este trabalho de integração em nossa sociedade. O projeto Arte e Vida é um deles. |
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Enviado por pessoaerika em 26/09/2005 - 14:38 |
BANCO DO BRASIL APRESENTA AMANHÃ, 27 DE SETEMBRO, ADOLESCENTES DA ONG RAMACRISNA QUE PARTICIPARÃO DO PROGRAMA ADOLESCENTE TRABALHADOR
Depois de assinar, em junho de 2005, um convênio com o Banco do Brasil e tornar-se a única instituição de Betim a estar qualificada a selecionar jovens para o Programa Adolescente Trabalhador promovido pela instituição bancária, a ONG Ramacrisna estará, amanhã, dia 27 de setembro de 2005, às 9h, na Agência Tiradentes do Banco do Brasil, em Betim, apresentando os três primeiros adolescentes selecionados para o Programa. |
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Enviado por tupi@www.drupal.org em 18/07/2005 - 14:21 |
Fonte: Revista América Economia No 300 Francisca Vega, Santiago, Chile
Lixo eletrônico. Recicla-me
Cerca de 14% do material de um computador típico é alumínio, metal não-ferroso que demora mais de 500 anos para se degradar. “Esse resíduos provocam grandes danos à atmosfera”, diz o chileno Mauricio Núñez, sócio da Recycla, primeira companhia da América Latina dedicada à reciclagem de aparelhos eletrônicos. “A sucata é o lado menos admirável da tecnologia.” |
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